E isso porque existir, em seu dia a dia, há um propósito maior: cumprir o seu dever.
Mas existe um momento em que a lógica do ser humano que dedicou a vida ao trabalho, muda.
O corpo muda. A saúde muda. A rotina muda.
A prioridade deixa de ser produtiva e passa a ser preservar a própria vida. Os servidores inativos que prestaram seus serviços com tanta dedicação, tais como médicos, magistrados, procuradores, professores, militares, acabam descobrindo algo duro: mesmo enfrentando doenças graves, continuam pagando um imposto que não deveria mais existir.
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